Mais um depoimento. Dessa vez MM conta como ele e a Ana, sua esposa, descobriram os prazeres da castidade masculina. Agradeço muito o carinho dessas pessoas que estão se dispondo a colaborar com o blog, contando tão abertamente suas histórias.

A história me toca especialmente porque eu tive apenas, na verdade, uma única experiência com cinto de castidade. Foi uma experiência bastante intensa e maravilhosa mas por vários motivos, eu e K não continuamos.

Roger é castrado só psicologicamente. O pênis dele só funciona comigo e nas minhas condições. Mas nunca se adaptou ao cinto. 

Eu queria muito  trazer essa experiência do MM e da Ana, que são um casal querido do nosso grupo BDSM CE. Generosamente, eles contam tudo, desde o começo: como foi a abordagem do tema partindo de uma relação baunilha,  como foram evoluindo, rompendo tabus e  fazendo sempre novas descobertas juntos.

Para minha surpresa mandaram ainda o que chamei de “faixa bônus” que é um relato de um nova passo que deram recentemente: a experiência de uma terceira pessoa no jogo. Quando MM aceita ser corno pela primeira vez…

Eu amei tudo. Espero que gostem também. : )

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CASTIDADE MASCULINA
por MM

Pra falar a minha versão de castidade masculina eu teria que voltar muito antes dela…

Não lembro quantos anos eu tinha (sou péssimo com datas) mas meu primeiro contato com castidade masculina foi “meio sem querer”. Tava navegando na net vendo pornografia normal, fetichistas, etc.

Acabei me deparando com o cinto de castidade masculino. Achei muito estranho e ri daquilo.

Depois de um tempo meu consumo de pornografia passou do que as pessoas chamam de “normal” e fui vendo mais sobre fetiches. Via mais sobre BDSM mas nada sobre castidade. Meus relacionamentos sempre eram baunilha e minhas fantasias sempre BDSM.

Um dia, nas minhas buscas na internet sobre BDSM, me lembrei do cinto de castidade e descobri que tinha mais conteúdo do que eu lembrava. Fotos com legendas provocantes sobre castidade, vídeos , etc.

Acabei fantasiando com aquilo , me masturbando até gozar. Depois de gozar pensei “que contraditório gozar com uma fantasia que você não pode gozar kkk”. Não sei quanto tempo passou. Foram alguns anos. Ficantes passaram e sempre em relacionamentos baunilhas, eu nem sonhava que existia de verdade relação DS, SM e etc.

Comecei a ficar com a Ana de forma baunilha também mas logo virou namoro. Tudo com ela era muito rápido. Eu conseguia ser mais sincero e aberto com ela do que em qualquer outra relação que tive. Com pouquíssimo tempo já compramos algemas um pro outro e brincávamos muito. Uma hora eu dominava, outra hora ela dominava. E fomos comprando mais “brinquedos”, géis, vibros, etc.

Conversávamos bastante sobre tudo e em meio a uma conversa normal cotidiana em meu quarto, começamos a falar sobre coisas engraçadas ou estranhas ai. Aí lembrai…
” _ Tem uma coisa estranha que vi há muito tempo atrás. Pegar aqui com notebook ver se consigo achar…”

Então achei as fotos de cinto de castidade masculina! Ela achou estranho mas, ao mesmo tempo, gostou. Viu fotos de vários modelos e até brincamos um pouco. Olhando as fotos ela soltou até algo do tipo…
“_ Comprar um desses aqui pra botar em ti kkkk”
Eu brinquei também falando:
“_ Ah, então vou comprar pra ti de presente
“_ Ah, legal! Olha esse modelo aqui! É transparente! Dá pra ver o pênis dentro. !

A conversa passou mas quando a deixei em casa estava bastante excitado com a ideia. Pensei “_ Ela gostou bastante disso talvez eu compre mesmo…”.

Depois daquele dia comecei a pesquisar sobre o assunto pela internet. Tinha muita coisa para estudar sobre o assunto mas era tudo um pouco confuso. Uns blogs afirmavam uma coisa, outros, outras coisas…

Pesquisando modelos de cintos, encontrei uma rede social BDSM e fiz uma conta fake pra pesquisar. Aprendi mais sobre os cintos com pessoas que diziam usar e escolhi finalmente um modelo de cinto. Comprei secretamente. Só avisei que tinha comprado um presente.

Quando chegou, eu disse que era uma antena para melhorar o sinal da internet que era muito ruim onde morava. Ela queria ir em casa pra ver mas eu disse pra esperar e abrirmos juntos. Ela ficou desconfiada porque esperar pra ver uma antena? Mas tudo bem.

Ela viu a caixa era muito pequena achou estranho mas ok, a tecnologia hoje em dia é assim mesmo. Finalmente abrimos a caixa no meu quarto e ela não acreditava. Os olhos chegavam a brilhar de felicidade. Ela olhou tudo. Queria testar ali na mesma hora. Não acreditava que eu realmente tinha comprado! Parecia uma criança que ganhou brinquedo novo.

Ela queria testar logo e acabou que não tive escolha; Experimentei e por incrível que pareça ele era mais confortável do que aparentava. Testamos e era bem interessante mesmo. Então eu pedi pra tirar pois eu ia dar aula aquela noite. Ele pegou as duas chaves e disse que não, que a brincadeira era ela ter controle sobre meu pinto e que por isso ia ficar com as duas chaves. Consegui convence-la a tirar para testar as combinações de espaçamento e tamanho do anel do cinto, procurar o melhor encaixe para ficar seguro, não escapar e não prender a circulação sanguínea.

Ela abriu o cadeado mas ficou com as chaves e eu tinha que mandar foto pra ela quando ela estivesse na casa dela pra mostrar que eu não tava enrolando e que eu realmente tinha trancado.

E assim eu fiz quando voltei para casa da academia. Testei as combinações e encontrei uma que era segura e confortável. Tranquei. mostrei pra ela e fui dormir.

Foi a pior noite. Não conseguia dormir, constantemente excitado e impedido de ficar ereto pelo cinto. Meu saco ardia, o conforto que tinha antes desapareceu e virou uma tortura agonizante e o pior: o cadeado estava trancado e eu só nos veríamos no outro dia, à noite.

Passei o dia inteiro nessa com meu pau tentando ficar duro o cinto impedindo e meu saco ardendo. Fui mantendo ela atualizada sobre tudo até que finalmente a encontrei. Mostrei tudo. Ela abriu pra dar uma aliviada e tentamos de novo e de novo… Com o tempo foi melhorando mas a parte do saco realmente era um problema. Sempre ficava ardendo até que descobrimos o que causava isso e modificamos o cinto na parte do anel.

Depois disso melhorou praticamente 100% o uso do cinto e começava a passar mais tempo preso. Após 4 dias trancado eu ficava louco de tesão até que ela abria e brincávamos e eu gozava bastante.

Sete dias trancado louco de tesão e pedia pra ser solto e ficamos nessa base e de vez em quando aumentávamos…

Treze dias trancado louco de tesão implorava pra ser solto e fazíamos joguinhos de castidade fazendo agrados pra ser solto e etc.

Vinte dias trancado! Ia me procurar e onde eu tava?! No teto subindo pelas paredes já fazendo qualquer coisa pra poder gozar. Muitas brincadeiras sensuais, brincadeiras de castidade, de provocação e negação. Ana acabou ficando mais dominadora e eu mais submisso e adorando. Atuava cada vez menos como dominador e ela cada vez mais dominadora. Aprendemos bastante sobre BDSM com nossas brincadeiras e pesquisas. O engraçado é que eu sempre tentei fazer sexo anal na Ana mas aí ela veio dizer “deixa eu comer o seu!” Eu fazia não ouvir mas fui ficando mais tempo trancado.

Trinta dias trancado! Primeira vez que tinha passado tanto tempo. Do meu pau escorria um líquido transparente sem eu mexer nele. Eu precisava gozar. Tava com muito tesão. Era muito gostoso esse tesão todo mas precisava gozar. Nesse dia em que foi a primeira vez que passei 1 mês trancado, negociei a “minha virgindade”. Disse pra Ana que deixaria ela me comer e depois ela me soltava pra gozar. Assim foi feito.

Não vou dizer que foi bom, mas também não foi ruim. Isso quebrou um tabu em mim. Era eu e ela e sempre fomos muito íntimos um do outro. E se os 2 estavam com tesão, por que não?

Depois que conseguimos ficar um mês com o cinto, vários tabus foram quebrados.
O sexo anal foi um dele. Depois disso, foi mais fácil eu dar pra ela e até hoje não comi o dela. Só ela que come o meu kkkkk. E não faz falta hoje. Amo dar pra ela e gozo mesmo trancado.

Também veio o medo de meu pinto não funcionar mais e ela me deixar por conta disso, não sentir mais prazer e perder o interesse de dar pra mim. Mas isso serviu pra mostrar que eu estava enganado, não preciso de um pau pra dar prazer. Na verdade, você acaba aprendendo várias formas de dar prazer já que você não pode usar seu pau.

E também você descobre que pode sentir prazer de várias formas. Não só pelo pau que o homem sente prazer. Você descobre várias partes sensíveis de seu corpo que são prazerosas. São várias formas de sentir prazer e se sentir satisfeito e saciado. E você sente um tesão muito maior do que transar pelo pau, ficar cansado, virar pro lado e dormir.

Você brinca e aproveita o sexo muito mais. Sim, sexo!! Porque você aprende que sexo não é apenas penetração. O prazer de ambos e a intimidade só aumenta.

Nossa intimidade e conversas sempre nos deixou mais seguros um com o outro. Nos amamos cada vez mais sempre fazendo novas descobertas excitantes.

Hoje com mais de 3 anos em castidade já não conto mais os dias que fico sem gozar pois sei que existem prazeres que vou receber em troca.

*   *   *

Leia aqui  * Faixa Bonus!!  Relato: Um estudo em roxo.

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