Ou Corno Manso…

cornoÉ uma fantasia recorrente em FemDom mas não é exclusiva, porque pode inserir-se em outros contextos e também não é regra. É mais uma entre as infinitas possibilidades nos jogos da Troca de Poder Erótico.

O jogo dos libertinos

Liberdade é a palavra desse jogo. Liberdade de ser o que você quiser ser.

Primeiro tenha em mente: ele está no papel de corno manso porque escolheu. Ele sabeque estará sendo treinado para aceitar complacente as aventuras eróticas da esposa.

Tenha em mente que neste jogo não há traição. Traição é enganar, mentir. Não tem cabimento mentir nesse jogo.

 

Uma coisa precisa ficar clara porque é muito estranho que alguns escravos me procurem querendo me servir como corno manso: ´precisa haver um relacionamento para ser corno.   Não existe corno manso pontual.

Isto posto…

É uma questão de adestramento. Primeiro passo, como eu sempre afirmo, é incentivar o comportamento casto. Com o tempo vai se mostrando a ele que não é competente na cama, que não dá o prazer que você quer ter.

Cuckold é “pinto velho”, “pinto mole”! Passa pela humilhação naturalmente.

Cuckold não é Menage, não é Orgia, não é Swingue. No Cuckold o parceiro está sendo ridicularizado seja pelo tamanho do pênis, seja pela incapacidade de manter uma ereção, seja por nada, puro capricho da Dona.

E ele deve ficar grato por isso.

A feminização também é uma forma interessante de levá-lo à compreensão de que não basta como homem. Com o tempo ele só vai conseguindo ter ereção se estiver de calcinha, por exemplo. E ele não vai querer sair com mulher nenhuma sabendo disso.

Outra forma é sempre obrigá-lo a estar usando um plug para ter ereção ou gozar. Regras que com o tempo se tornam naturais para ele. E ele não vai querer explicar isso a uma amante eventual. Sabe que só você aceita.

Ele passa a ter vergonha do pênis. E é claro que você debocha mesmo. Com o tempo ele vai entender que já é uma grande coisa você querer tê-lo a seu lado.

Se você gosta do pênis dele, se combinaram que o sexo entre vocês segue agridoce, meio baunilha, meio FemDom… Essas regras tem que estar claras.

Se você gosta do pênis dele, não vamos destruir. Você vai mostrando a ele que tem domínio sobre o pênis dele. Que qualquer coisa só acontece se você desejar.

Você não é obrigada a ter amantes para fazer dele corno. Eu há anos não tenho amantes. Tenho escravos e escravos só muito raramente são amantes. Mas eu vivo histórias inteiras. Me apaixono. Me entrego.

Algumas vezes gozo falando que é com o outro que queria estar. Eu digo: “Vá, me faça gozar! Tente chegar aos pés do outro.” O outro imaginário ou a minha paixão mais recente. Eu queimando do outro e ele tentando acalmar.

Às vezes faço chupar uma prótese. E digo que é o outro. Adoro. Dou surra de pica. O outro agora é um pedreiro. Homem bruto. “Chupa, corno!”

Eu realmente já não gosto das relações baunilha, né? Não faço questão. Meu arder pelo outro é mais psicológico mesmo.

E eu não preciso necessariamente estar com alguém. Nós somos donos do nosso universo.

Logo no começo eu sai com uma pessoa. Obriguei meu marido a lhe lamber os sapatos. De outra vez, como eu tivesse ido a São Paulo e saído com um velho amigo, obriguei-o a escrever um mail agradecendo por me dar prazer.

O mais importante é que meu homem se sinta inferior a qualquer homem nesses momentos. Que fique feliz apenas por poder lamber os sapatos do cara que dá prazer a sua esposa.

Não há traição porque há profunda cumplicidade. Você é só meu, eu não sou de ninguém.

Eu, quando estou meio morninha,  procuro logo uns contos de corno pra ler. Pense numa coisa que me excita.

Recentemente eu tive um escravo que me fazia gozar muito. E me dei conta de que a vizinhança escutava meus gemidos. E, bem,  aquele ali não era o meu marido. Mas que coisa… Aquilo me deixava ainda mais excitada!!

E eu comentava com meu marido e ele dizia acanhado: “você se diverte, né?” Daí eu contava sobre a lingua do cara, a força dele, as bizarrices. Eu toda feliz e ele sempre com aquele sorriso bobo: “Minha Rainha!!”

É um emaranhado de emoções que eles vivem. Uma dor tão forte. Dor do ciúme, dor por saber-se impotente… Dor de corno é foda mas corno manso se adapta, porque ao contrário do corno revoltado, o corno manso é o primeiro a saber (roger me lembrou essa frase quando eu tava escrevendo o post, rs)   E vai ficando forte e quanto mais forte, mais ousadia, mais humilhações.

Ah, em tempo: nos contos se vê muito obrigar o escravo a lamber a porra do outro.  Não, né? Não em tempo de doenças sexualmente transmissíveis. Não é saudável.  Tem muitas formas de humilhação e essa não precisa ser uma delas.  Eu adoro por exemplo que meu escravo apanhe de outro homem. Acho lindo. Tapa na cara mesmo.

E se ele reclamar, mostrar-se irritadiço, coloque no cinto de castidade e diga que só vai poder gozar quando aprender a ficar feliz com tudo que te diverte. Simples assim.

E tantas outras formas. São infinitas possibilidades.

: )

* Post patrocinado.   Saiba mais em: Colaborar com este blog

 

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