Obrigada, Armando, pelo carinho de me chamar de volta.
Mas eu não fui embora. Estava às voltas com o outro blog, o Sobre Sexo.
Me propus a escrever sempre um post aqui, outro lá.
Aqui é sempre mais fácil. Lá eu já falo com outro público.
Ontem finalmente saiu o texto no qual estava trabalhando e, modéstia às favas, ficou lindo.
Leiam lá: Os gays também amam sobre adoção por casais homossexuais.

Eu gosto de um texto quando consigo passar todas as minhas ideias em poucas linhas.
Tenho uma tendência a me prolongar demais. Daí tenho que voltar cortando parágrafos inteiros.
E então costurar tudo de novo…

Aqui apesar de não comentarem, eu vejo pelas estatísticas que estão sempre aí me acompanhando.
Tem gente que entra e lê 7 , 8 páginas de uma vez. Sinto-me um pouco virada do avesso, rs. Mas fico feliz.

E já que uma coisa leva a outra, sigo falando de amor. Tenho falado muito sobre amor, né?

Porque meses atrás cai em uma rede. Adorável. Eu adoro me apaixonar.

Eu gosto. Eu me deixo levar.
Os submissos são deliciosamente sedutores.
Claro que não tô falando desses manés que vem amolar a gente no facebook com aquelas propostas absurdas.
Aqueles que realmente sabem o que querem. Esses me encantam.

Eu tive vários relacionamentos baunilha antes de encontrar o Roger mas alguma coisa logo se rompia. E então não ficava nada além da agonia de ir embora bem depressa.

Não sei se a diferença é por ser uma relação sado. Pode ser também a nossa enorme diferença de idade.

Sei que o que construimos foi uma grande cumplicidade.

Ele continua me conquistando e me seduzindo até hoje.

Roger é bem humorado, dedicado, amigo. Diz todo dia que eu tô linda…
E eu fico toda gata : )

Eu acho incrível 16 anos depois eu ainda me sentir assim com ele. É uma sensação muito boa.
Outro dia em uma entrevista com um estudante sobre BDSM eu comentei que Roger é fiel.
Ele perguntou como eu sei. Ficou espantado com a minha segurança.

Eu não sei da onde vem tanta certeza, rs.  Eu simplesmente sei que ele me adora.

E eu me apaixono por outros escravos também.  Eu gosto.
Quero outras boas histórias de amor.
Eu gosto como alimento da alma.

Mas eu me apaixono sempre , por outros escravos também.
Tenho amor bastante para todos!

Quero outras boas histórias de amor.
Eu gosto como alimento da alma.

As vezes, é um pena,  no melhor do amor, a gente tem que partir para não se perder.
Eu amo o amor que meus escravos têm por mim.
Se não há paixão dos dois lados, não me serve.

E sigo caminhando com o coração cheio de amor. Não me importo.
Essa sensação é pura poesia.

Aqui hoje só para dar um alô. Volto logo para conversar mais.

para ler ouvindo “Eu apenas queria que você soubesse”

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