“Quando à meia noite eu me encontrar junto a você,
algo diferente vou sentir, vou precisar me esconder.”

Ou sobre quando eu viro lobisomem…

Me perguntam o caminho que percorre meu prazer.
Já está claro que é um prazer mais psicológico do que físico.
O que me faz gozar?
(E eu gozo.)
(E eu não gosto de ser penetrada)

Não é como fazer gozar qualquer mulher.
É mais forte. Mais alto e mais precioso.

Porque é a Rainha feliz.
(e vale mesmo que ela não saiba que é Rainha ou quanto pode ser feliz)

Eu tenho muito prazer quando sinto que a pessoa está toda dentro da cena.
Preciso disso. Que demonstre claramente submissão.
Que dê seu corpo. Que feche os olhos.
E me deixe brincar e entrar dentro dela.

Isso vai um crescendo.
Vai enredando.

A visão de um corpo todo meu. Pra eu comer se quiser. Pra eu bater se quiser. Pra eu  esquecer também se quiser.  Disponível. Perna aberta. Cu aberto. Boca aberta. Cabeça aberta.

E usar.

Só depois eu me acalmo. O moço vai embora.
Daí me toco lembrando. E gozo sozinha. Ou com Roger que é sempre com quem eu vou dividir as histórias. Adoro que além da lembrança ainda tenho o tesão de humilhá-lo falando de como que ele é corno.

É gozar.

Como se não houvesse amanhã.

: )

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