Este relato tem mais ou menos uns 3 anos mas eu acho que as casas continuam iguais.

A festa do Orgasmo no  Revolution Swing Club.

Eu frequento casas de swing há muitos anos, mas é mais honesto dizer que frequento as boates das casas de swing porque  geralmente o que faço é dançar à noite toda com meu namorado.

Nunca entendi direito o que acontecia depois de uma determinada hora, quando todo mundo sumia da boate. Sempre gostei do ar libertino dessas festas porque, mesmo na boate, você sente um movimento lascivo, gostoso… Os casais realmente ficam à vontade e você acaba se envolvendo no clima.

Lembro de uma vez que fiz um strip para o meu namorado embalada por esse clima. Ele amou. Estávamos praticamente sozinhos e comecei a brincar que ficaria nua. O ambiente é sempre de penumbra então fica aquela coisa intimista. Vai daí, fui tirando as peças, fazendo cena, e ele foi pirando e me agarrou antes mesmo de eu terminar a cena.

Mas ontem ousei mais um pouquinho e fui descobrir , finalmente, para aonde todo mundo vai depois que acabam os shows.

Sim, antes é preciso falar dos shows. Foram demais!  Primeiro Eduardo Santos entrou vestido de comandante da Marinha. Aff…
Que homem é esse??

 Depois teve outro show com uma tal Lia Country, que isso a homarada de plantão é que sabe dizer. Mas foi bonito também. Ela chamou uma menina da platéia e ficou brincando um tempão no palco, depois veio à nossa mesa e brincou também. A Lia é belissima (foto) e muito simpática o tempo todo.

Pense na alegria dos meninos…

 Bem, daí é assim que funciona: os shows acabam e a boate esvazia, exceto por meia dúzia de gatos (e gatas) pingados que ficam por ali, como eu e meu namorado.

Entretanto ontem eu estava mesmo disposta e seguia em busca do meu super orgasmo…

Finalmente entrei no tal Labirinto. Nossa, é muito gostoso aquilo. É um labirinto mesmo, com paredes bem estreitas, todo escuro e os casais ficam lá nuns amassos e tal. Você vai passando e alguém te pega para entrar na brincadeira. Então é aquela coisa que vocês já podem imaginar. Mão que desce, dedo que sobe, perna, bunda… Olha, eu gostei tanto que saí e voltei umas três ou quatro vezes, rs. Falava pro meu namorado que nem criança em parque diversão: “Ah, vamos de novo?!”

O mais legal é que mesmo naquele clima liberal, quando você não quer mais brincar, basta um gesto e você sai numa boa. A regra é ninguém ser forçado a nada. Basta uma pressão suave, um movimento um pouquinho mais rígido e te soltam.

É um delicioso exercício de liberdade.

Amei demais aquilo, rs.
Uma amiga e o namorado que estavam conosco, q  sumiram lá para um dos quartos e só a encontrei na saída com aquela carinha deliciosa de quem tirou todo o atraso, rs. Ela foi numa daquelas cabines que se trancam por dentro e possuem uma cortininha que, se aberta, é possível ser visto por fora. Só não sei se deixou a cortininha aberta ou fechada.

Lógico que lá é tudo muito limpinho, fica gente da limpeza o tempo todo cuidando, então é muito tranquilo. Dá pra ficar realmente à vontade.

Eu e meu namorado voltamos para a boate e ele fez uma cena de podolatria bem linda beijando muito os meus pés. A gente adora. E tem um lado exibicionista porque as pessoas acham bonito também e ficam olhando a gente.

O dia seguinte foi de muita preguiça, de ficar roçando na cama.  E transar. Dia todo. De todo o jeito.

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