Há um outro aprendizado sobre as relações virtuais na forma como eu as vivencio e eu vou postando aqui o que vou aprendendo. Então isto não é nenhuma teoria comprovada. É apenas a minha visão, o meu sentir.

O que trago da relação com K é que não se pode levar uma relação apenas virtual por tanto tempo. Há um momento em que é preciso um abraço de verdade, por exemplo.  Não sei explicar direito porque é que acabamos não nos encontramos, talvez eu tenha sido resistente no começo. Mas da parte de K nunca senti resistência alguma em vir até aqui. Tínhamos planos.  Só não rolou e foi uma pena. (Hoje minha raiva passou e já posso dizer o quanto quero bem a esse menino, rs)

As histórias são bem diferentes mas por exemplo, Aline não está mais aqui e agora tentamos levar para o virtual a relação até que ela possa voltar.  Mas tivemos uma convivência bacana nos 15 dias que passou aqui. Então se eu estou brava, ela faz lá uma gracinha e me arranca uma gargalhada porque eu lembro daquilo, da carinha dela, do gesto.  Tudo fica bem. Acho que aqueles dias vão nos  alimentar ainda por muito tempo. (apesar da saudade… : /)

Já com K tudo era represado. Nem eu conseguia ver quando estava passando dos limites e nem ele sabia lidar com isso. Não tínhamos aquele olhar que fala um monte de coisas que as palavras nem sempre conseguem. Porque eu sou violenta. Nas relações reais eu sou exagerada. Eu vou com tudo mesmo. Em todos os sentidos. Amor demais, paixão demais, violência demais, controle demais, ciúmes demais. Tudo comigo é exagerado.

E eu jogava esse peso todo em cima de K que retornava pra mim… Não terminava num abraço gostoso, um “desculpaee”. Ao contrário, foi ficando cada vez mais pesado e acabei fazendo das quais não me orgulho.

Esse foi mais um dos motivos de eu ter optado por cobrar. Porque não quero mais me envolver como me envolvi com K sem conhecer a pessoa.  Talvez depois que a pessoa venha, me conheça e tal, ai sim. Mas ficar esse tempo todo assim. Não quero mais.

Em tempo não quero mais que o pau do K apodreça e caia, rs. Todos os meus escravos sempre são pessoas admiráveis e K não é diferente. É alguém que eu admiro muito e sempre vou querer bem.

Fica um pouco de mim nele, fica um pouco dele em mim.
Fica o aprendizado que nunca se encerra.

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