“Qual sua dica pra conseguir tanta feminilidade? como procedeu? Me parece q ela ja era bem feminina quando chegou, to certo? Tenho dificuldade com barba e com minha pele, minha bunda também é mto masculina e adoraria chegar no nivel de Aline. A Sra teve que trabalhar mto? o que recomenda? esse bixim é doido de quenga mesmo… bjs nos pés.”

Olá, Julia, vou trazer seu comentário para cá e tentar responder. Tentar porque na verdade eu o que faço é somente dar permissão ao escravo nessa transformação. A Aline já chegou quase pronta. Ela é muito jovem (dai a pele tão viscosa) e o mais importante: extremamente determinada.

Eu falo sobre determinação porque muitos homens querem viver essa experiência e soltar todo esse lado mas não se determinam. A questão da barba por exemplo requer atenção contínua, os cabelos também. É preciso coragem. No caso o homem muito peludo precisa ir um dia a uma esteticista e buscar tratamentos para que os pelos não cresçam tanto. Investimento, vontade. Não tem outro jeito, julia. E coragem, né?

Aline sempre cuidou dos cabelos, por exemplo. Sempre cuidou de se depilar. Sua história foi marcada por outras Dommes que também a incentivaram.

Eu acho que apenas fiz isso: dei permissão para que me mostrasse o seu lado mais gata mesmo. E ela pronto, se esbaldou. Em alguns momentos precisei chamar a atenção para os modos ou precisei aparar alguma postura masculina. Mas em geral ela praticamente chegou pronta e o mais, foi deixar ela brincar no guarda-roupa do Roger, rs.

No caso da Aline minha intenção é aprofundar cada vez mais esse lado dela mas vira e mexe surgem defesas. Vem lá o masculino e começa a se incomodar e então é  preciso jogar pesado para colocá-lo em segundo plano.

Nosso sonho é que ela volte para ficar ao menos alguns meses somente vivenciando isso. Ser empregada doméstica, me servir e ficar cada dia mais linda. Vamos usar tight-lacing que já meio iniciamos com o uso do corset. E vamos mergulhar. É o meu desejo.

Eu fui mais protagonista no caso do Roger embora tenha sido ele que me influenciou a gostar da prática. Fomos caminhando juntos. Por exemplo, ele nunca tinha tido uma ejaculação e na sua primeira vez, ela foi forçada e ele estava vestido de menina. Depois o primeiro beijo na boca que ele deu, foi depois que lhe passei batom. Bocão,rs. Não resisti.

Hoje ele só consegue ter uma boa ereção se estiver como menina e eu mesma só tenho vontade de estar com ele dessa maneira. Ele não penetra. Teve algumas experiências somente que autorizei mas já não sente falta. E, sei lá, tem uma bundinha linda que acho que foi se moldando com o tempo. Pelos raríssimos.

É lindo vê-los transformados. Amo.

Sobre medicação… Não, não lido bem com isso. Sempre tenho receio de deixar sequelas. Acho que a gente sempre tem que ter em mãos a passagem de volta. Não podemos ficar presos para sempre em nossos sonhos. E acho que os remédios podem provocar mudanças sem retorno.

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