dark_surroundings___collab_by_siona
Siona.Deviantart.com

Inspirada no comentário do Casto no post anterior, resolvi prolongar um pouco os “ais” dos meus escravos, rs.

Não. Eu não bato para castigar. Bato porque me dá prazer. E sinceramente não me importa muito o que é que o escravo está sentindo. Se ele sentir prazer, melhor pra ele. Não me importo. O grande barato pra mim é apenas ele permitir. Permitir que eu o amarre, ou que eu o humilhe, ou que bata nele. E a verdade é como dizia Pat Clemente: os homens tiram prazer de qualquer coisa. Eles dão um jeito sempre…

Quanto mais humilhados, quanto mais dor eu puder impor, quanto mais tortura, mais prazer eu terei. Mais orgasmos, mais risos, mais tesão. Tudo me fica a flor da pele se eles me deixam “brincar” à vontade.

Agora, não dá pra forçar a barra se o escravo realmente odeia spanking (Engraçado que detesto estrangeirismos mas não gosto dessa palavra em português). Acho que isso tudo a gente tem que ir bem devagarinho. Com paciência. Não quero uma “tela” que fique resmungando no meio do meu processo criativo. Ara.

Então, eu vou aos poucos e eles vão aumentando lentamente o nível de tolerância. Misturo disciplina com condicionamento. Geralmente acabam gostando. E, sem dúvida, e muito mais gostoso assim. Ideiafix hoje pede sessões de spanking, mas já odiou também.

É por isso que as relações SM precisam de tempo. Porque elas são o contrário das relações baunilha. São como vinho, ficam melhores a cada dia. Elas ficam melhores a cada dia.

Quando recebo um novo escravo eu me deixo conduzir por ele, pelos atalhos onde se sinta mais seguro. Aqui e ali vou ajustando a nossa rota, e vamos indo, na boa, pra onde eu quero ir. Eu preciso que permitam.

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